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terça-feira, dezembro 22, 2009
sexta-feira, dezembro 18, 2009
David Fonseca CD Natal 2009

- Versão de "Army of Me", de Björk
- Versão de "Lover, You Sould've Come Over", de Jeff Buckley
- Versão de "Ocean Of Noise", dos Arcade Fire
- "Come Home II", um original inédito.
Altamente! :D
quarta-feira, novembro 04, 2009
Ainda Angola
Um breve post que hoje li, trouxe-me à memória os tempos passados em Angola e as diferenças entre o dia-a-dia naquelas paragens e o que tenho em Portugal. A nível profissional, e vendo bem as coisas, no essencial o meu trabalho é muito semelhante, embora os métodos para o pôr em prática é que sejam distintos. Tenho fases mais optimistas, em que não falta o que fazer e em que sinto que tenho uma função importante dentro do grupo, mas outras em que me sinto mais desmotivado e questiono a importância das tarefas que me estão incumbidas. Nesse aspecto as coisas pouco diferem, onde quer que eu estivesse a trabalhar. Tanto cá como lá, passo o dia de trabalho com colegas, sem família ou amigos pessoais ao meu lado, estou num escritório ou fora dele e enfrento trânsito mais ou menos complicado (no Porto uso o Metro, nisso é muito melhor).
As diferenças começam quando o horário de expediente termina. Estou em Portugal, estou em casa. Vou ter com a família, com amigos. Estou a um passo de vários centros comerciais, cinemas, salas de espectáculo, ginásios, teatros, etc. Só o facto de saber o local onde estamos é suficiente para mudar tudo. Pelo menos comigo. Em Angola, só o sentimento de que ao fim do dia já sabia tudo aquilo que ia ou não fazer, deprimia-me profundamente, logo desde que acordava pela manhã. Havia algumas excepções. Aquelas festas que por vezes (muitas vezes vá) se organizavam, aproveitando qualquer motivo que fosse, tentavam fazer esquecer essa tristeza de vida. Sei ver, acho eu, que algumas pessoas são felizes a viver nestas condições. Ou porque necessitam mesmo, ou porque têm mais ligações com o local, mais família a viver com eles, ou porque pura e simplesmente gostam, sem qualquer outro tipo de justificação.
Hoje, e tenho que dizer que é mesmo hoje porque este tipo de sentimentos está sempre a mudar, não me arrependo de ter ido para Angola. Nem de ter voltado... se bem que neste ponto ainda não devesse colocar as coisas exactamente nestes termos. Espero, em breve, poder estar mais convencido disto. Temos que olhar para o presente e se sobrar um pouquinho mais de visão, quem sabe, olhar também um pouco para o futuro. Mas um futuro a curto prazo. Amanhã, o mês que vem, no máximo no próximo ano. Eu não era assim, e isso é uma das coisas que ainda estranho em mim próprio e que foi fruto da minha estada em África. Aproveitar o dia ao máximo, não sofrer em antecipação, e estar sempre a planear algo para pôr em prática daqui a pouco tempo. Fazer algum plano a breve prazo que nos mantenha constantemente motivados e com forças para alcançar este objectivo, aparentemente simples, mas extremamente prazeroso.
Também nesse aspecto, estar em Portugal ajuda imenso. Sei que tenho que trabalhar de 2ª a 6ª, mas que na 6ª feira ao final da tarde estarei, digamos assim, completamente livre por uns dias. Não tenho que pensar que no dia seguinte de manhã ainda tenho que ir trabalhar, só porque sim, porque parece bem, porque no fundo só vou porque não tenho quaisquer planos pessoais. Assim era em Angola, onde a maior parte das vezes ia no Sábado de manhã até ao local de trabalho. Ia apenas, grande parte das vezes, por ir. Ficava em casa a fazer o quê, se toda a gente ia também? Só se fosse a dormir, ou a tentar fazer que dormia, pois a hora madrugadora de acordar todos os dias, condicionava fortemente o meu relógio interno. Ia passear, com quem, para onde, como? Apenas mais para o final desta aventura, algumas destas situações foram pouco a pouco ficando atenuadas, mas mesmo assim não era a mesma coisa. Aqui, no fim-de-semana, posso ficar pela cidade, ir simplesmente ao cinema, às compras, tratar de certos assuntos pessoais que por indisponibilidade de tempo não pude tratar durante a semana, passear e tirar umas fotos pela Baixa. Posso ir ver um concerto, seguindo as bandas e artistas que tanto gosto ou descobrir novas sonoridades. Posso ir passear com a família, combinar encontros de amigos e organizar o que bem nos apetecer, mediante as inúmeras opções que temos ao nosso alcance. Posso pegar no carro e ir fazer uma viagem mais ou menos longa. Há tanto para ver aqui, tanto para conhecer no nosso país. Já para nem falar de que até posso apanhar um voo (low cost, por apenas alguns euros) e visitar uma qualquer grande cidade europeia. E tudo isto está aqui, mesmo ao lado, ao nosso alcance, sem grandes dispêndios de tempo ou dinheiro. Como alguém me disse recentemente "Aqui as coisas parecem muito mais acessíveis", no sentido em que os sonhos parecem estar bem mais ao nosso alcance. E só conseguimos chegar a essa conclusão depois de termos tido oportunidade de obter algum termo de comparação.
Aprendi muito, a sério, do melhor e do pior… mas o post já vai longo e deixo mais algumas considerações para uma próxima oportunidade. Apetece-me apenas, por agora, despedir com um “até já” e terminar da seguinte forma.
Eu era realmente infeliz em Angola e agora, em Portugal, sou quase feliz.
Nunca desejei tanto que chegasse depressa o Natal!

Aproveito esta oportunidade, para mandar um grande abraço a todos os meus colegas e amigos com quem eu partilhei aqueles longos meses e que contribuíram, sem dúvida, para prolongar um pouco mais e tornar menos penosa a minha estada em Angola. Força aí pessoal! ;) Já pareço um daqueles militares que esteve no Ultramar, no 69º esquadrão de cavalaria da "Quinta das Celebridades". LOL
(Banda sonora deste texto: Muita Kizomba e "Ghostbusters")
As diferenças começam quando o horário de expediente termina. Estou em Portugal, estou em casa. Vou ter com a família, com amigos. Estou a um passo de vários centros comerciais, cinemas, salas de espectáculo, ginásios, teatros, etc. Só o facto de saber o local onde estamos é suficiente para mudar tudo. Pelo menos comigo. Em Angola, só o sentimento de que ao fim do dia já sabia tudo aquilo que ia ou não fazer, deprimia-me profundamente, logo desde que acordava pela manhã. Havia algumas excepções. Aquelas festas que por vezes (muitas vezes vá) se organizavam, aproveitando qualquer motivo que fosse, tentavam fazer esquecer essa tristeza de vida. Sei ver, acho eu, que algumas pessoas são felizes a viver nestas condições. Ou porque necessitam mesmo, ou porque têm mais ligações com o local, mais família a viver com eles, ou porque pura e simplesmente gostam, sem qualquer outro tipo de justificação.
Hoje, e tenho que dizer que é mesmo hoje porque este tipo de sentimentos está sempre a mudar, não me arrependo de ter ido para Angola. Nem de ter voltado... se bem que neste ponto ainda não devesse colocar as coisas exactamente nestes termos. Espero, em breve, poder estar mais convencido disto. Temos que olhar para o presente e se sobrar um pouquinho mais de visão, quem sabe, olhar também um pouco para o futuro. Mas um futuro a curto prazo. Amanhã, o mês que vem, no máximo no próximo ano. Eu não era assim, e isso é uma das coisas que ainda estranho em mim próprio e que foi fruto da minha estada em África. Aproveitar o dia ao máximo, não sofrer em antecipação, e estar sempre a planear algo para pôr em prática daqui a pouco tempo. Fazer algum plano a breve prazo que nos mantenha constantemente motivados e com forças para alcançar este objectivo, aparentemente simples, mas extremamente prazeroso.
Também nesse aspecto, estar em Portugal ajuda imenso. Sei que tenho que trabalhar de 2ª a 6ª, mas que na 6ª feira ao final da tarde estarei, digamos assim, completamente livre por uns dias. Não tenho que pensar que no dia seguinte de manhã ainda tenho que ir trabalhar, só porque sim, porque parece bem, porque no fundo só vou porque não tenho quaisquer planos pessoais. Assim era em Angola, onde a maior parte das vezes ia no Sábado de manhã até ao local de trabalho. Ia apenas, grande parte das vezes, por ir. Ficava em casa a fazer o quê, se toda a gente ia também? Só se fosse a dormir, ou a tentar fazer que dormia, pois a hora madrugadora de acordar todos os dias, condicionava fortemente o meu relógio interno. Ia passear, com quem, para onde, como? Apenas mais para o final desta aventura, algumas destas situações foram pouco a pouco ficando atenuadas, mas mesmo assim não era a mesma coisa. Aqui, no fim-de-semana, posso ficar pela cidade, ir simplesmente ao cinema, às compras, tratar de certos assuntos pessoais que por indisponibilidade de tempo não pude tratar durante a semana, passear e tirar umas fotos pela Baixa. Posso ir ver um concerto, seguindo as bandas e artistas que tanto gosto ou descobrir novas sonoridades. Posso ir passear com a família, combinar encontros de amigos e organizar o que bem nos apetecer, mediante as inúmeras opções que temos ao nosso alcance. Posso pegar no carro e ir fazer uma viagem mais ou menos longa. Há tanto para ver aqui, tanto para conhecer no nosso país. Já para nem falar de que até posso apanhar um voo (low cost, por apenas alguns euros) e visitar uma qualquer grande cidade europeia. E tudo isto está aqui, mesmo ao lado, ao nosso alcance, sem grandes dispêndios de tempo ou dinheiro. Como alguém me disse recentemente "Aqui as coisas parecem muito mais acessíveis", no sentido em que os sonhos parecem estar bem mais ao nosso alcance. E só conseguimos chegar a essa conclusão depois de termos tido oportunidade de obter algum termo de comparação.
Aprendi muito, a sério, do melhor e do pior… mas o post já vai longo e deixo mais algumas considerações para uma próxima oportunidade. Apetece-me apenas, por agora, despedir com um “até já” e terminar da seguinte forma.
Eu era realmente infeliz em Angola e agora, em Portugal, sou quase feliz.
Nunca desejei tanto que chegasse depressa o Natal!

Aproveito esta oportunidade, para mandar um grande abraço a todos os meus colegas e amigos com quem eu partilhei aqueles longos meses e que contribuíram, sem dúvida, para prolongar um pouco mais e tornar menos penosa a minha estada em Angola. Força aí pessoal! ;) Já pareço um daqueles militares que esteve no Ultramar, no 69º esquadrão de cavalaria da "Quinta das Celebridades". LOL
(Banda sonora deste texto: Muita Kizomba e "Ghostbusters")
terça-feira, novembro 18, 2008
domingo, dezembro 23, 2007
BOAS FESTAS!
Este ano, em particular, esta é a minha melhor forma de desejar Boas Festas:
http://davidfonseca.blogs.sapo.pt
Obrigado a todos pelos belos momentos: David, restante banda e pessoal do fórum que tive o prazer de conhecer.
Vê-mo-nos por aí!
Até dia 28 em Guimarães.
http://davidfonseca.blogs.sapo.pt
Obrigado a todos pelos belos momentos: David, restante banda e pessoal do fórum que tive o prazer de conhecer.
Vê-mo-nos por aí!
Até dia 28 em Guimarães.
terça-feira, dezembro 04, 2007
A Árvore de Natal e outras iluminações
Finalmente deixo aqui algumas das fotos que eu tirei à "Maior Árvore de Natal da Europa".
(podem clicar nas imagens para ver bem maior, acho que ficaram bem bonitas até...)




E mais umas das iluminações nas ruas do Porto.
(podem clicar nas imagens para ver bem maior, acho que ficaram bem bonitas até...)
E mais umas das iluminações nas ruas do Porto.
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terça-feira, novembro 27, 2007
Rua Mouzinho da Silveira
Iluminações de Natal na Rua Mouzinho da Silveira

Esta foto não está grande coisa, já sei... espero que esta semana consiga tirar algumas melhores e mais variadas. E é claro, também à famosa árvore de Natal dos Aliados.
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terça-feira, novembro 20, 2007
Clérigos
Ainda consegui, durante o fim de semana, tirar esta fotografia à Torre dos Clérigos, no preciso momento em que a iluminação era ligada pela primeira vez.

E já agora, também deixo aqui uma foto de um dos divertimentos natalícios disponibilizados gratuitamente à população pela C.M.Porto e patrocinadores.
E já agora, também deixo aqui uma foto de um dos divertimentos natalícios disponibilizados gratuitamente à população pela C.M.Porto e patrocinadores.
Um fim de semana em cheio
Foi um fim de semana em cheio!
Logo na 6ª feira à noite, numa "onda de decoração", visitei a exposição Casa Porto, em Sá da Bandeira e a feira Decor Market, na Alfândega do Porto. Recomendo vivavemente uma visita à Casa Porto, onde se podem ver apartamentos (ou em alguns casos apenas certas divisões) magnificamente bem decoradas.
Depois de um sábado de manhã reservado para questões mais pessoais, tipo compras e arrumações, continuou a maratona cultural. Desta feita, durante a tarde visitei a Rua Miguel Bombarda e inúmeras exposições inauguradas simultâneamente neste dia. Fiquei positivamente surpreendido com a quantidade elevada de pessoas que circulavam nessa rua e visitavam as galerias e outros espaços comerciais. Também se aproveitava para ir "provando" uns "Famous Grouse".

Visitei ainda ao final da tarde, a exposição de lomografia, "Lomo Férias" patente no Centro Português de Fotografia (antiga cadeia da relação na Cordoaria).

Quando regressava a casa para uma refeição rápida, contando regressar mais tarde à baixa para a anunciada inauguração da árvore de natal dos aliados e da restante iluminação, o meu programa foi agradavelmente alterado. Tinha conseguido arranjar convites para o concerto do David Fonseca em Estarreja e lá fui eu, com alguns amigos. E como valeu bem a pena!



O Domingo foi essencialmente preenchido com uma boa dose de descanso, mas ainda tive tempo para ir ao cinema ver o filme "Beowulf" em três dimensões. Muito bom, tanto em termos técnicos como de argumento.

As prometidas fotos das iluminações de Natal, incluindo a gigantesca árvore vão ter que ficar para mais tarde.
Logo na 6ª feira à noite, numa "onda de decoração", visitei a exposição Casa Porto, em Sá da Bandeira e a feira Decor Market, na Alfândega do Porto. Recomendo vivavemente uma visita à Casa Porto, onde se podem ver apartamentos (ou em alguns casos apenas certas divisões) magnificamente bem decoradas.
Depois de um sábado de manhã reservado para questões mais pessoais, tipo compras e arrumações, continuou a maratona cultural. Desta feita, durante a tarde visitei a Rua Miguel Bombarda e inúmeras exposições inauguradas simultâneamente neste dia. Fiquei positivamente surpreendido com a quantidade elevada de pessoas que circulavam nessa rua e visitavam as galerias e outros espaços comerciais. Também se aproveitava para ir "provando" uns "Famous Grouse".
Visitei ainda ao final da tarde, a exposição de lomografia, "Lomo Férias" patente no Centro Português de Fotografia (antiga cadeia da relação na Cordoaria).
Quando regressava a casa para uma refeição rápida, contando regressar mais tarde à baixa para a anunciada inauguração da árvore de natal dos aliados e da restante iluminação, o meu programa foi agradavelmente alterado. Tinha conseguido arranjar convites para o concerto do David Fonseca em Estarreja e lá fui eu, com alguns amigos. E como valeu bem a pena!
O Domingo foi essencialmente preenchido com uma boa dose de descanso, mas ainda tive tempo para ir ao cinema ver o filme "Beowulf" em três dimensões. Muito bom, tanto em termos técnicos como de argumento.

As prometidas fotos das iluminações de Natal, incluindo a gigantesca árvore vão ter que ficar para mais tarde.
terça-feira, novembro 13, 2007
Declaro aberta a época natalícia!
E com este post dou início à publicação de uma série de fotografias dedicadas à iluminação exterior de Natal na cidade do Porto.
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